Como Estou Usando IA Para Criar Conteúdo, Conquistar Clientes e Monetizar na Internet

Como Estou Usando IA Para Criar Conteúdo, Conquistar Clientes e Monetizar na Internet

A inteligência artificial passou a fazer parte da minha rotina de trabalho.

Hoje, uso IA para criar conteúdos para redes sociais e blog, analisar campanhas do Meta, estruturar visualmente sites, desenvolver estratégias para conquistar clientes e encontrar novas formas de monetizar na internet.

Mas isso não aconteceu de uma hora para outra.

No começo, como muitas pessoas, eu enxergava a inteligência artificial principalmente como uma ferramenta para produzir textos. Com o tempo, percebi que sua utilidade era muito maior.

A IA poderia me ajudar a pesquisar, organizar ideias, comparar possibilidades, identificar problemas e acelerar tarefas que antes consumiam boa parte do meu dia.

Ainda assim, existe uma diferença importante entre usar inteligência artificial e entregar completamente o trabalho para ela.

Eu não aperto um botão e publico tudo o que aparece na tela. A IA participa do processo, mas as decisões, a estratégia e a responsabilidade pelo resultado continuam sendo minhas.

Neste artigo, vou mostrar como estou usando inteligência artificial no meu trabalho, o que realmente tem me ajudado e quais cuidados considero necessários para não transformar produtividade em conteúdo genérico.

Por que comecei a usar inteligência artificial

Quem trabalha com marketing digital precisa lidar com várias atividades ao mesmo tempo.

É necessário pesquisar pautas, produzir conteúdo, acompanhar campanhas, atender clientes, preparar estratégias, analisar concorrentes, organizar páginas e ainda buscar novas oportunidades para o próprio negócio.

Em uma agência de marketing digital, essa rotina se torna ainda mais intensa. Cada cliente possui um público, um posicionamento, uma necessidade e um momento diferente.

Uma estratégia que funciona para uma loja de moda pode não funcionar para um prestador de serviço. Da mesma forma, uma campanha criada para gerar mensagens no WhatsApp precisa ser analisada de maneira diferente de uma campanha voltada para vendas em um site.

Foi nesse cenário que comecei a usar IA com mais frequência.

Meu objetivo não era substituir meu trabalho. Eu queria organizar melhor o processo, reduzir o tempo gasto em algumas tarefas e ampliar minha capacidade de encontrar soluções, pois trabalho sozinho e não possuo equipe.

Como não posso e não tenho planos de contratar equipe nesse momento, resolvi investir na inteligência artificial para me ajudar dentro da agência. Começou como uma ferramenta de apoio, mas aos poucos, passou a participar de diferentes etapas da minha rotina.

Como uso IA para criar conteúdo para o blog

Criar conteúdo para blog exige muito mais do que escrever um texto.

Antes de começar, procuro entender o que as pessoas estão pesquisando, quais dúvidas aparecem com frequência e o que já foi publicado sobre assuntos que estejam ligados ao meu nicho.

Também analiso a intenção da busca. Algumas pessoas querem aprender. Outras desejam comparar ferramentas, resolver um problema ou decidir se determinado produto vale a pena ou não.

A IA me ajuda a organizar essas informações.

Quando faço uma pesquisa de palavras-chave, posso apresentar os termos encontrados e pedir ajuda para separá-los por intenção de busca. Isso permite identificar quais palavras pertencem ao mesmo artigo e quais deveriam se tornar conteúdos separados.

Esse cuidado evita um erro comum: colocar vários assuntos diferentes em uma única página apenas porque possuem alguma relação com a palavra-chave principal.

Também uso inteligência artificial para estruturar os tópicos do artigo, encontrar perguntas que ainda não foram respondidas e avaliar se a sequência do texto faz sentido.

Mesmo assim, não considero a primeira estrutura como definitiva. Analiso as sugestões e escolho o que combina com o objetivo do conteúdo e com o público do blog.

Outro uso importante está na atualização de artigos antigos. A IA ajuda a identificar informações que podem estar ultrapassadas, trechos repetitivos, subtítulos pouco claros e oportunidades para responder novas dúvidas.

Porém, informações como preços, comissões, regras de plataformas e condições de programas precisam ser verificadas em fontes oficiais. A inteligência artificial pode indicar o que procurar, mas não deveria ser tratada automaticamente como fonte.

Jamais utilize a inteligência artificial como um ctrl + C e ctrl + V, pois nem tudo que ela entrega estará coerente com aquilo que você deseja. Sempre verifique o conteúdo produto e aplique seu conhecimento e expertise para analisar e fazer melhorias. Essa é a melhor maneira de trabalhar com a ajuda da IA.

Como uso IA para criar conteúdo para redes sociais

O conteúdo para redes sociais precisa ser mais rápido e direto do que um artigo de blog.

Uma ideia que funciona em um texto longo nem sempre funciona em um Reels, carrossel ou legenda. Cada formato possui uma dinâmica diferente.

Uso a IA para explorar maneiras de transformar um assunto em diferentes conteúdos. Um artigo pode gerar um roteiro curto, uma sequência de stories, uma legenda, um carrossel ou uma pergunta para estimular comentários.

Isso me ajuda a aproveitar melhor cada pauta.

No entanto, reaproveitar conteúdo não significa publicar exatamente a mesma mensagem em todos os canais. Um roteiro de vídeo precisa prender a atenção logo no início. Um carrossel precisa organizar a informação de maneira visual. Já uma legenda pode desenvolver um pouco mais o contexto.

A IA ajuda a criar essas variações, mas faço ajustes para que o resultado não pareça apenas um texto recortado e distribuído em formatos diferentes.

Também presto atenção à linguagem.

Muitas respostas geradas por IA utilizam expressões genéricas, elogios exagerados e frases que poderiam pertencer a qualquer empresa. Quando isso acontece, retiro o excesso e acrescento exemplos, opiniões e situações reais.

O objetivo não é esconder que usei uma ferramenta. É impedir que a ferramenta apague minha forma de pensar e de conversar com o público.

Por exemplo, se você quer produzir um vídeo para Youtube, o conteúdo deverá ser mais profundo, extenso e estruturado de uma maneira que prenda a atenção do público no decorrer do vídeo. Isso ajudará a posicionar seu vídeo dentro da plataforma.

No entanto, se o seu vídeo for para o instagram, o conteúdo deverá se resumido, direto ao ponto e logo no começo deverá reter a atenção do público através de técnicas como ganchos virais. Além disso, se o tema abordado no vídeo estiver em alta, também trará muitas visualizações e retenção.

Comparação entre 2 vídeos feitos com o auxílio da inteligência artificial

Comparação entre dois vídeos do instagram
Comparação entre dois vídeos do instagram com performance diferentes

A imagem acima compara a retenção de dois vídeos publicados no meu perfil do Instagram. Em ambos, utilizei inteligência artificial para:

  • sugerir temas;
  • estruturar o roteiro e organizar minhas falas;
  • criar opções de títulos;
  • pesquisar hashtags relacionadas ao conteúdo.

A principal diferença esteve no nível de participação da ferramenta. No Vídeo 1, aproximadamente 80% da estrutura inicial foi desenvolvida com apoio da IA. No Vídeo 2, esse uso ficou próximo de 20%, com maior participação da minha experiência e interpretação durante a criação.

Ao analisar os dados, percebemos que o Vídeo 1 manteve 51% dos espectadores até os 13 segundos. Já o Vídeo 2 apresentou 52% de retenção aos 7 segundos. Embora os percentuais sejam semelhantes, o primeiro vídeo conseguiu manter aproximadamente metade do público por mais tempo.

Isso mostra que, nesse comparativo específico, o conteúdo com maior participação da IA apresentou um resultado melhor de retenção no início do vídeo. No entanto, seria precipitado concluir que usar mais inteligência artificial sempre melhora o desempenho.

A retenção também pode ser influenciada pelo tema, pela abertura, pelo ritmo, pela edição, pela identificação do público e pela duração do conteúdo. Para chegar a uma conclusão mais segura, seria necessário comparar uma quantidade maior de vídeos produzidos em condições semelhantes.

Nos dois casos, a finalização foi feita por mim. Revisei as sugestões, adaptei as falas e escolhi o que realmente combinava com minha maneira de me comunicar.

Essa experiência mostrou que a IA pode contribuir bastante para organizar ideias e estruturar roteiros. Porém, o resultado não depende apenas da ferramenta. A interpretação humana continua sendo necessária para transformar uma estrutura bem montada em um conteúdo natural e relevante., vale reforçar que mesmo com todos os detalhes que a IA me passou, a finalização do conteúdo foi feito por mim.

Como mantenho minha linguagem usando IA

Uma das maiores preocupações de quem utiliza inteligência artificial para criar conteúdo é perder a própria voz.

Isso acontece quando a pessoa começa a aceitar todas as respostas sem questionar. Aos poucos, os textos ficam corretos, mas também previsíveis.

Para evitar esse problema, procuro fornecer contexto antes de pedir qualquer conteúdo. Explico para quem estou escrevendo, qual é o objetivo, que tipo de linguagem desejo manter e o que deve ser evitado.

Depois, reviso o resultado.

Retiro palavras que eu normalmente não usaria, mudo a ordem de algumas ideias e acrescento observações baseadas na minha experiência.

Também evito publicar afirmações apenas porque parecem convincentes. Se o texto apresenta um dado, uma regra ou uma promessa, preciso saber de onde aquela informação veio.

Uma boa DICA, é perguntar para IA, de qual fonte ele retirou a informação. Isso é importante principalmente se o seu conteúdo apresentar dados de pesquisas, por exemplo.

A IA pode acelerar a escrita. Porém, a autenticidade ainda depende de quem está conduzindo o processo.

Como uso IA para conquistar clientes para minha agência

Conquistar clientes para uma agência de marketing digital exige mais do que criar anúncios ou enviar mensagens.

É necessário entender o segmento, identificar problemas e apresentar uma proposta que faça sentido para aquele negócio.

Antes de conversar com um possível cliente, posso usar a IA para organizar uma análise inicial. Avalio o site, as redes sociais, a comunicação e se o cliente tem potencial de fechamento.

A partir dessas informações consigo criar uma melhor abordar de atendimento ao cliente para identificar pontos como:

  • Nível de conhecimento sobre o serviço que ofereço;
  • Principais dores que ele possui;
  • Oportunidades onde posso atuar para ajudá-lo;
  • Capacidade financeira de investimento.

Também uso IA para organizar propostas comerciais e adaptar a apresentação conforme o perfil do cliente. Uma loja que precisa vender uma coleção nova possui uma necessidade diferente de uma empresa que deseja gerar contatos para serviços de maior valor.

Quanto mais específica for a análise, menor a chance de apresentar uma estratégia genérica.

Leia também: 7 App de inteligência artificial para ganhar dinheiro online!

Como uso IA para analisar campanhas do Meta

A análise de campanhas é uma das aplicações mais interessantes da inteligência artificial na minha rotina.

O Gerenciador de Anúncios apresenta muitos dados: alcance, impressões, frequência, custo por clique, taxa de cliques, custo por resultado, conversões e retorno sobre o investimento.

O desafio não está apenas em encontrar os números. Está em interpretar o que eles significam dentro do contexto da campanha.

Posso fornecer à IA um conjunto de métricas, sem incluir informações confidenciais, e pedir que organize hipóteses para o desempenho observado.

Se um anúncio tem muitos cliques, mas poucas vendas, o problema pode estar na página, na oferta, no preço, no público ou na diferença entre a promessa do anúncio e aquilo que a pessoa encontra depois.

Caso o anúncio quase não receba cliques, talvez o criativo não esteja chamando atenção ou a mensagem não esteja conectada com o público.

A IA ajuda a comparar cenários e levantar hipóteses. Contudo, ela não conhece sozinha toda a realidade da campanha.

Uma métrica isolada pode enganar. Campanhas diferentes possuem objetivos, públicos, prazos e margens diferentes. Por isso, as sugestões precisam ser avaliadas junto com o histórico da conta e o conhecimento sobre o negócio.

Eu uso a IA como uma segunda leitura dos dados, não como responsável final pela decisão.

Além disso, é possível enviar um relatório mais completo para o cliente para informá-lo sobre o desempenho das campanhas e como podemos ajustar os pontos para chegar ao resultado desejado.

Como usei IA para construir meu site

A inteligência artificial teve um papel importante na construção do meu site, o brennolima.com.

Usei a ferramenta para organizar as seções, definir a hierarquia das informações, testar títulos, distribuir chamadas para ação e pensar na experiência do visitante pelo computador e celular.

O principal desafio era mostrar que meu trabalho não se limita à criação de anúncios. Por isso, a estrutura foi planejada para apresentar o problema do cliente, explicar minha forma de atuação, mostrar meu método e conduzir o visitante até o contato.

A IA também me ajudou a testar diferentes layouts e formas de apresentar meus serviços. No entanto, nem todas as sugestões foram aproveitadas. Algumas deixavam o site genérico ou davam mais destaque ao visual do que à mensagem.

A estrutura final foi escolhida e revisada por mim. Eu defini o posicionamento, adaptei os textos e selecionei as ideias que realmente representavam meu trabalho.

Nesse projeto, a IA funcionou como apoio para acelerar decisões e visualizar possibilidades. Porém, a estratégia e o conhecimento sobre o negócio continuaram sendo humanos.

Como Estou Usando IA Para Criar Conteúdo, Conquistar Clientes e Monetizar na Internet - Texto Blog Troca de Mercado
A construção do meu site foi feita com o auxílio da Inteligência Artificial

Como encontro novas ideias para meus clientes

Manter uma produção constante de ideias pode ser difícil, principalmente quando o cliente atua em um nicho específico.

A inteligência artificial me ajuda a observar o mesmo negócio por ângulos diferentes.

Em vez de pedir simplesmente “dê ideias de posts”, forneço informações sobre o público, os produtos, as dúvidas frequentes, as objeções e os objetivos comerciais.

A partir daí, posso explorar conteúdos educativos, comparativos, bastidores, demonstrações, provas, histórias de clientes e respostas para dúvidas.

Uma loja de moda, por exemplo, não precisa falar apenas sobre roupas. Pode produzir conteúdo sobre combinações, conservação das peças, escolha de tamanhos, ocasiões de uso e erros comuns na hora de comprar.

O mesmo vale para outros segmentos.

A ferramenta ajuda a gerar possibilidades, mas a seleção ainda depende de estratégia. Uma ideia pode ser criativa e, mesmo assim, não contribuir para o objetivo do cliente.

Leia também: Como Pequenos Negócios Podem Usar IA Sem Parecer Robôs

Como uso IA para buscar formas de monetizar na internet

Também utilizo inteligência artificial para pesquisar novas formas de monetização.

Isso inclui programas de afiliados, produtos digitais, prestação de serviços, ferramentas online, oportunidades para criadores de conteúdo e modelos de negócio que podem ser adaptados à minha realidade.

A IA facilita a comparação entre diferentes caminhos. Posso avaliar investimento inicial, dificuldade, tempo necessário, riscos e possibilidade de crescimento.

Entretanto, essa é uma área em que o cuidado precisa ser ainda maior.

A internet está cheia de promessas de renda rápida, plataformas pouco transparentes e informações desatualizadas. Por isso, nenhuma oportunidade deveria ser aceita apenas porque apareceu em uma resposta convincente.

Antes de transformar uma ideia em conteúdo ou negócio, verifico a empresa, as regras, os custos e as condições reais de pagamento.

A IA ajuda a descobrir caminhos. A pesquisa e a decisão continuam sendo humanas.

O que a inteligência artificial ainda não faz por mim

A IA não conhece completamente meus clientes, minha experiência ou as particularidades de cada projeto.

Ela pode analisar informações, mas não participa das conversas, não percebe todas as reações e não assume a responsabilidade pelos resultados.

Também pode cometer erros, apresentar dados antigos e criar explicações que parecem corretas, mas não são.

Em alguns casos, no atendimento aos leads que vieram pelas campanhas do Meta, as conversas criadas por mim apresentaram melhores resultados do que aquelas sugeridas por IA.

Por isso, não delego completamente decisões estratégicas, publicação de informações sensíveis ou interpretação final de campanhas.

Da mesma forma, evito inserir dados confidenciais de clientes em ferramentas sem avaliar como essas informações serão utilizadas.

A inteligência artificial pode aumentar a capacidade de trabalho. Mas ela também exige mais revisão, senso crítico e responsabilidade.

A IA está realmente me ajudando a ganhar dinheiro?

A resposta mais honesta é que a IA está me ajudando a construir caminhos para gerar receita.

Ela melhora minha produtividade, amplia minha capacidade de pesquisa e ajuda a organizar estratégias para conquistar clientes, produzir conteúdo e encontrar novas oportunidades de monetização.

Mas não é a ferramenta sozinha que gera dinheiro. Sou eu quem faz as reuniões com os leads que serão clientes, que define a pauta dos textos do blog e quais mudanças ocorrerão nas campanhas.

O resultado vem da forma como uso aquilo que ela oferece. Uma ideia precisa se transformar em conteúdo. Uma análise precisa gerar uma decisão. Uma estratégia precisa ser executada e acompanhada.

Usar IA sem aplicar nada produz apenas mais informação.

Para mim, o maior valor está em conseguir trabalhar com mais clareza e explorar possibilidades que talvez levassem mais tempo para serem encontradas.

O que aprendi usando IA no trabalho

Uma das principais lições foi entender que a qualidade da resposta depende muito da qualidade do contexto.

Pedidos genéricos produzem respostas genéricas.

Também aprendi que não é preciso aceitar a primeira sugestão. É possível questionar, pedir contrapontos, comparar alternativas e explicar o que não funcionou.

Outro aprendizado foi perceber que produtividade não significa publicar mais a qualquer custo.

Criar dez conteúdos genéricos pode ser menos útil do que produzir um conteúdo realmente relevante. A velocidade só tem valor quando preserva a qualidade.

Por fim, compreendi que a inteligência artificial funciona melhor quando complementa uma experiência que já existe. Quanto mais eu conheço sobre marketing, conteúdo, campanhas e clientes, melhor consigo avaliar as respostas.

Vale a pena usar IA para criar conteúdo e conquistar clientes?

Para mim, vale a pena.

A inteligência artificial está presente em diferentes partes do meu trabalho e tem ajudado a economizar tempo, organizar pensamentos e encontrar novas possibilidades.

Mas não enxergo a ferramenta como uma substituição automática do trabalho humano.

Ela é uma parceira de pesquisa, estruturação e análise. A experiência, a opinião, o relacionamento com os clientes e a responsabilidade pelas decisões continuam comigo.

Acredito que as pessoas e empresas que vão aproveitar melhor essa tecnologia não serão necessariamente aquelas que automatizarem tudo. Serão aquelas que souberem combinar velocidade com senso crítico e produtividade com autenticidade.

Conclusão

Hoje, uso inteligência artificial para criar conteúdo para blogs e redes sociais, analisar campanhas do Meta, estruturar sites, desenvolver estratégias para conquistar clientes e pesquisar novas formas de monetizar na internet.

Essa utilização não eliminou meu trabalho. Ela mudou a forma como organizo e executo algumas tarefas.

A IA me ajuda a começar mais rápido, comparar possibilidades e enxergar caminhos diferentes. Ao mesmo tempo, exige que eu revise informações, proteja dados e mantenha minha própria linguagem.

No final, inteligência artificial não é um plano de renda por si só. Ela é uma ferramenta.

O que pode gerar resultado é a combinação entre tecnologia, experiência, estratégia e execução. É essa combinação que estou construindo e testando na prática.

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